Os Alckmistas

Informações e curiosidades sobre a campanha eleitoral para a presidência da República no ano de 2006. Disputaram: pelo PSDB o candidato Geraldo Alckmin, e pelo PT o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. No nosso entender a melhor opção era o candidato Geraldo Alckmin. Venceu o candidato Lula.

15.6.06

O segredo de Lula

Lula descobriu a fonte do sucesso. Colar-se às boas notícias e descolar-se das más. Supervalorizar as boas. Desqualificar as más.

3 Comentários:

Às 12:12 PM , Anonymous Anônimo disse...

Lula por si só, já é uma péssima notícia, além de ser um PÉSSIMO EXEMPLO PARA A JUVENTUDE!

 
Às 4:59 AM , Anonymous Anônimo disse...

Novo laudo da Polícia Federal indica que lista de Furnas é autêntica

Data de Publicação: 17 de junho de 2006

CAIXA 2

Tucanos voltam a ficar na mira da Lei

A Polícia Federal confirmou ontem a autenticidade da chamada "lista de Furnas", documento de cinco páginas que registra supostas contribuições de campanha, num esquema de caixa dois, a 156 políticos durante a disputa eleitoral de 2002. No total, eles teriam recebido R$ 40 milhões.

Segundo a assessoria da direção geral da PF, em Brasília, perícia do INC (Instituto Nacional de Criminalística) concluiu que a lista não foi montada e que é autêntica a assinatura que aparece no documento, de Dimas Toledo, ex-diretor de engenharia de Furnas, empresa estatal de energia elétrica. A PF informou, contudo, que não tem como atestar a veracidade do conteúdo da lista. Os papéis citam empresas que teriam colaborado para um caixa dois administrado por Dimas Toledo.

Entre as campanhas eleitorais supostamente abastecidas pelo esquema estão as do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, hoje candidato à Presidência pelo PSDB, do ex-prefeito de São Paulo José Serra (PSDB), atual pré-candidato ao governo paulista, e do atual governador mineiro, Aécio Neves (PSDB). As campanhas em 2002 teriam recebido, respectivamente, R$ 9,3 milhões, R$ 7 milhões e R$ 5,5 milhões. Tucanos negam.

Lobista

A perícia foi feita em papéis originais entregues à PF pelo lobista mineiro Nilton Monteiro, 49, que diz tê-los recebido das mãos de Dimas, no início de 2005, quando o então diretor de Furnas tentava convencer políticos de vários partidos a mantê-lo no cargo.

Acusado de calúnia por 11 deputados estaduais de Minas Gerais, Nilton Monteiro decidiu entregar em 5 de maio os originais aos delegados da PF de Brasília Luiz Flávio Zampronha, Pedro Alves Ribeiro e Praxíteles Praxedes, que conduzem as investigações.

Até então, a PF tinha em seu poder apenas uma cópia autenticada. A perícia na cópia, também feita pelo INC, apontou indícios de montagem e fraude.

Dimas Toledo, que exerceu a diretoria entre 1995 e 2005, até a denúncia de caixa dois feita à Folha pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), sempre negou ter assinado os papéis.

"Ele assinou [a lista] na minha frente. Ele me usou até um determinado momento, depois me abandonou", disse ontem Monteiro. O lobista afirma ter se aproximado de Dimas em 2004 por ser, à época, procurador da empreiteira JP Engenharia. A empresa estava interessada em assinar um contrato com Furnas em torno de um projeto de infra-estrutura que havia sido suspenso pela diretoria de engenharia.

Segundo o lobista, Dimas contou que havia uma ação nos bastidores para tirá-lo do cargo e, por isso, pediu-lhe ajuda para fazer um trabalho de lobby com políticos de vários partidos.

O lobista afirmou que, no início de 2005, Dimas fez quatro cópias da lista. Os supostos destinatários das cópias, sempre segundo Monteiro, seriam Aécio Neves, Roberto Jefferson, o presidente do PMDB, Michel Temer, e o então presidente do PSDB, Eduardo Azeredo.

Mas as cópias não chegaram a ser entregues, segundo Monteiro. Ele diz que o original ficou com uma pessoa ligada a um escritório de advocacia do Rio. "Ela ficou como guardiã dos documentos até agora."


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In: http://canais.ondarpc.com.br/noticias/brasil/conteudo.phtml?id=573947
e: http://www.sonoticias.com.br/mostra.php?id=26446
e: http://www.riopretonews.com.br/view.htm?id=22262
e: http://www.investnews.net/ultimasnoticias/default.asp?id_editoria=2236&id_noticia=618231

17/06/2006 - 10h54

Polícia Federal confirma autenticidade da "lista de Furnas"
PF diz que lista de 156 políticos que receberam doações ilegais é verdadeira

A Polícia Federal confirmou nesta sexta-feira(16) a autenticidade da chamada "lista de Furnas". A lista traz o nome de 156 políticos de 12 partidos que teriam recebido doação ilegal, por meio de caixa 2, da estatal Furnas Centrais Elétricas para campanhas eleitorais.

A maioria dos parlamentares citados era da base governista do então presidente Fernando Henrique Cardoso e do então candidato a governador de São Paulo Geraldo Alckmin, hoje candidato à Presidência da República.

O resultado da perícia concluiu que não se trata de uma montagem e que a assinatura é mesmo do ex-diretor de Furnas Dimas Toledo. A Polícia Federal não confirma a autenticidade do conteúdo, mas adianta que já está investigando.

Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios, no dia 15 de fevereiro, Dimas Toledo havia dito que a lista era uma "montagem ou falsificação" e negou que a assinatura fosse sua.

Durante o depoimento, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto (AM), procurou desqualificar a lista, atribuindo ao lobista Nilton Monteiro sua autoria e relatando uma série de processos a que ele estaria respondendo na Justiça. Os processos contra Monteiro seriam por roubo de veículo, estelionato, roubo de documentos, falsificação de documentos, chantagem, extorsão, corrupção ativa e tráfico de influência.

O relatório final da CPMI dos Correios pediu ao Ministério Público (MP) que investigasse Nilton Monteiro e o assessor da prefeitura de Belo Horizonte Luiz Fernando Carceroni. O relator da CPMI, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), considerou, na ocasião, que "Monteiro forjou, ou se valeu da mencionada relação, com o claro intuito de caluniar políticos ligados à oposição ao governo federal".

Serraglio classificou Monteiro de "falsário contumaz" e disse que esse episódio contou com a participação de Luiz Fernando Carceroni. Serraglio sugeriu ao MP que os dois fossem processados por calúnia, falsidade de selo ou sinal público e falsidade ideológica.



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In: http://www.cidadeverde.com/noticia.asp?ID=28757

17/6/2006

Novo laudo da PF indica que lista de Furnas é autêntica

A Polícia Federal confirmou ontem a autenticidade da chamada "lista de Furnas", documento de cinco páginas que registra supostas contribuições de campanha, num esquema de caixa dois, a 156 políticos durante a disputa eleitoral de 2002. No total, eles teriam recebido R$ 40 milhões.

Segundo a assessoria da direção geral da PF, em Brasília, perícia do INC (Instituto Nacional de Criminalística) concluiu que a lista não foi montada e que é autêntica a assinatura que aparece no documento, de Dimas Toledo, ex-diretor de engenharia de Furnas, empresa estatal de energia elétrica. A PF informou, contudo, que não tem como atestar a veracidade do conteúdo da lista. Os papéis citam empresas que teriam colaborado para um caixa dois administrado por Dimas Toledo.

Entre as campanhas eleitorais supostamente abastecidas pelo esquema estão as do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, hoje candidato à Presidência pelo PSDB, do ex-prefeito de São Paulo José Serra (PSDB), atual pré-candidato ao governo paulista, e do atual governador mineiro, Aécio Neves (PSDB). As campanhas em 2002 teriam recebido, respectivamente, R$ 9,3 milhões, R$ 7 milhões e R$ 5,5 milhões. Tucanos negam.

Lobista

A perícia foi feita em papéis originais entregues à PF pelo lobista mineiro Nilton Monteiro, 49, que diz tê-los recebido das mãos de Dimas, no início de 2005, quando o então diretor de Furnas tentava convencer políticos de vários partidos a mantê-lo no cargo.

Acusado de calúnia por 11 deputados estaduais de Minas Gerais, Nilton Monteiro decidiu entregar em 5 de maio os originais aos delegados da PF de Brasília Luiz Flávio Zampronha, Pedro Alves Ribeiro e Praxíteles Praxedes, que conduzem as investigações.

Até então, a PF tinha em seu poder apenas uma cópia autenticada. A perícia na cópia, também feita pelo INC, apontou indícios de montagem e fraude.

Dimas Toledo, que exerceu a diretoria entre 1995 e 2005, até a denúncia de caixa dois feita à Folha pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), sempre negou ter assinado os papéis.

"Ele assinou [a lista] na minha frente. Ele me usou até um determinado momento, depois me abandonou", disse ontem Monteiro. O lobista afirma ter se aproximado de Dimas em 2004 por ser, à época, procurador da empreiteira JP Engenharia. A empresa estava interessada em assinar um contrato com Furnas em torno de um projeto de infra-estrutura que havia sido suspenso pela diretoria de engenharia.

Segundo o lobista, Dimas contou que havia uma ação nos bastidores para tirá-lo do cargo e, por isso, pediu-lhe ajuda para fazer um trabalho de lobby com políticos de vários partidos.

O lobista afirmou que, no início de 2005, Dimas fez quatro cópias da lista. Os supostos destinatários das cópias, sempre segundo Monteiro, seriam Aécio Neves, Roberto Jefferson, o presidente do PMDB, Michel Temer, e o então presidente do PSDB, Eduardo Azeredo.

Mas as cópias não chegaram a ser entregues, segundo Monteiro. Ele diz que o original ficou com uma pessoa ligada a um escritório de advocacia do Rio. "Ela ficou como guardiã dos documentos até agora."

Fonte: Folha de S. Paulo


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In: http://www.jmonline.com.br/?canais,6,06,426

17/06/2006
“Lista de Furnas” motiva polêmica
Por Renata Gomide

A confirmação de que a chamada "lista de Furnas" não foi montada pode complicar a vida de muitos políticos, principalmente daqueles que tentam a reeleição este ano. O documento, de cinco páginas, registra supostas contribuições de campanha com uso de caixa dois para o pleito de 2002, da ordem de R$ 39,9 milhões. Entretanto,
as investigações sobre o assunto ainda continuam.
Ontem, a Polícia Federal confirmou a autenticidade da assinatura que aparece na lista, do ex-diretor de engenharia da estatal, Dimas Toledo, mas a nova perícia realizada pelo Instituto Nacional de Criminalística (INC) não tem como apontar a veracidade do seu conteúdo.
Do total de 156 políticos citados na relação encaminhada para o INC – 12 de partidos da base aliada do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) –, 63 são de Minas Gerais e quatro de Uberaba: os deputados estaduais Paulo Piau (PFL) e Fahim Sawan (PSDB) e os federais Narcio Rodrigues (PSDB) e Anderson Adauto (PL). Cada um deles teria recebido, respectivamente, R$ 75 mil, R$ 55 mil, R$ 100 mil e R$ 200 mil. As contribuições variavam de R$ 50 mil a R$ 5,5 milhões, e entre as campanhas eleitorais tucanas supostamente beneficiadas pelo esquema estão as do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (presidenciável do partido), do ex-prefeito de São Paulo, José Serra – que disputa o governo paulista – e do atual governador mineiro, Aécio Neves, candidato à reeleição. Os tucanos negam e acusam o governo de exploração política.
Além do PSDB, que teria ficado com a maior fatia do bolo do caixa dois, 68,3%, também são apontados como beneficiados o PDT, PFL, PL, PMDB, PP, PPS, Prona, PRTB, PSB, PSC e PTB. Dimas Fabiano Toledo havia prestado depoimento sobre a lista à Polícia Federal no dia 10 de fevereiro, e dias depois na CPI dos Correios, e nas duas ocasiões negou ter assinado os papéis, assim como disse que não captou ou destinou recursos de empresas doadoras para campanhas eleitorais.

 
Às 9:23 AM , Anonymous Anônimo disse...

FALTA OS NOMES DOS TUCANOS

 

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