Vândalos dão combustível à oposição
Valor Econômico
Raymundo Costa e César Felício
07/06/2006
A invasão da Câmara por militantes do Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST) levou o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, a atacar a "falta de autoridade" e a "leniência do governo no cumprimento da lei". O Palácio do Planalto e o PT emitiram notas defensivas, na qual procuraram evitar qualquer associação do governo e do partido com os invasores. O líder do MLST, Bruno Maranhão, é integrante da executiva nacional do PT, onde exerce o cargo de secretário nacional de movimentos populares, e participa do diretório nacional do partido desde sua fundação.

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