Contribuinte brasileiro - um explorado
Não imagino ser possível adotar na administração do Estado TODAS as práticas do mundo privado, mas creio ser possível extrair-se algum benefício a partir de uma singela comparação entre esses dois mundos.
1. Como é tratado o dinheiro do dono?
Empresas privadas: inúmeras empresas vêm aumentando seus lucros trazendo benefícios para seus acionistas.
Estado: a dívida interna é crescente.
2. Como são controlados os resultados esperados?
Empresas privadas: os acionistas controlam os resultados a cada três meses. As empresas que não conseguem lidar com a REALIDADE diante de seus olhos são eliminadas do mercado, dando lugar para outras, e antes disso seus dirigentes são afastados.
Estado: o cidadão brasileiro, que é o ACIONISTA desse negócio chamado Brasil, dá carta branca aos seus representantes por longos períodos. Esses representantes enganam seus representados diariamente.
3. Como produzem os resultados?
Empresas privadas: a tendência nas empresas é de melhorar seus serviços e produtos através de simplificação nos processos, redução do tamanho, e terceirização.
Estado: a tendência em nosso país, a se manter as práticas atuais, é de crescimento da máquina estatal, tornando-a mais ineficiente, pesada, e péssima prestadora de serviços.
4. Como pode reagir o CONSUMIDOR se for lesado?
Empresas privadas: se o consumidor ficar insatisfeito com o produto ou serviço, pode apelar para a justiça e até mesmo TROCAR de fornecedor.
Estado: se o cidadão ficar insatisfeito com o que recebe nada pode fazer. Em muitas repartições estatais há avisos nas paredes com ameaça de prisão por desacato. O pior é que mudar de país é muito mais complexo que mudar de fornecedor.
Precisamos discutir a questão de direção do estado que cada vez se torna mais complexa. Precisamos encontrar uma saída.

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